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sábado, 9 de abril de 2011

Como aquela vez.

Tenho a plena consciência de que sempre fui vazio ao levar 'relacionamentos' assim, com esse bando de lixo que conheci durante minha vida. O único relacionamento mesmo, sem aspas, que tive, foi com o lixo dos lixos. A coisa mais podre que estava jogava as favas e que eu, por algum motivo, catei dali. Lixo fede, lixo dá nojo, e era exatamente isso que ele me dava.

Serei sincero ao te dizer que, em meio a tantos desencontros, já imaginava que cataria lixo por um bom tempo. Foi quando te conheci. Não era podre, não era sujo, não era lixo. Não, você não me dava nojo. Se você não era lixo, eu não deveria catar você. Então não o fiz.

Não sei onde isso vai dar, mas danone que não passou da validade ainda pode continuar na geladeira, sem que eu fique com nojo quando consumir. Vou te dizer com toda sinceridade que a única coisa que quero hoje, agora, é poder pegar na tua mão, sair sem rumo, parar em qualquer lugar e sentir que você me preenche, que você me completa.

Pela segunda vez.
Como aquela vez... 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ei, você aí.

Escrevi sobre você no último post. Sobre você, sobre mim, sobre nós. Disse o quanto você me confunde; o quanto você me deixa com vontade; o quanto você faz com que eu te queira demais. Eu disse e não vou retirar as minhas palavras daqui, mesmo porque você ainda me confunde, me deixa com vontade e eu continuo te querendo. Fazer o que?

Eu não sei... Pode ser só desejo, mas e daí? Eu não to aqui pra discutir se é desejo, se é vontade besta, se é amor ou se é paixão. Eu to aqui pra dizer que eu quero você e ponto final. Essa é a única certeza que eu tenho e, cá pra nós, é dessa certeza que eu gosto.

Embora eu tenha lá as minhas inseguranças, eu não sou mais um pré adolescente que não sabe como dizer o que pensa ou demonstrar o que realmente quer; e você também não é mais um garotinho que não consegue perceber as coisas, principalmente quando elas estão
na sua cara.
Não foi de uma hora pra outra. Você fez com que eu te quisesse aos poucos, e aos poucos eu faço você perceber que eu te quero, mas será que você me quer também? Não interessa. Não vim aqui questionar sobre os seus sentimentos ou sobre as suas vontades. Vim aqui falar das minhas. Qualquer dia desses, quando eu cansar dessa sutileza toda que eu uso pra te falar a mesma coisa sempre, quando eu cansar desse seu joguinho de ficar calado e do seu jeito de não demonstrar nada, eu vou te olhar daquele jeito e gritar contigo!

Vou dizer bem alto na tua cara: “eeei, eu te quero e quero agora!” pra ver se você entende a merda da minha vontade de uma vez , já que você não percebeu o que estava nas entrelinhas!

Não deu pra enrolar e eu não posso ser mais claro do que isso. Dizer que te quero é o máximo que eu posso fazer e isso, modéstia à parte, eu fiz muito bem.

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